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De Pernas para o ar

De pernas para o ar!
Quando já troco os dias, eis que muda a hora. Adita-se mais um pouco a desordem dos dias e adianta-se a hora para, imagine-se, melhor aproveitar as horas de sol…
Não tenho memória da última vez que perdi a conta dos dias. Nem o autoinfligido banir do relógio durante, no mínimo, quinze dias por ano assegura esta amnésia dos “dias-feiras”. Esta imprecisão nada tem tido de doce e caprichosa e defende-se na analogia dos dias cativos.
Sempre recebi de braços abertos a mudança para a hora de Verão e os regalos que ela traz, mas hoje, por breves instantes, repudiei-a. Imediatamente serenei. O sol não sabe, por isso se atreve.
Enquanto não nos permitimos o deleite do lusco fusco junto ao mar, hoje jantamos quando ainda for dia. E agora que me lembro, comecei o dia a sorrir quando o “rabo de fraldas” madrugador cá de casa hoje acordou a horas já aceitáveis!
Não faço as leis dos observatórios, mas faço as leis cá de casa e, como canta Chico Buarque, “pela minha lei, a gente é obrigado a ser feliz”. Mesmo com o mundo ao contrário.
#copomeiocheio; #emcasa; #horadeverao; #covid_19; #coronavirus; #gemeos; #psicóloga; #criancasemcasaIMG_20200329_180855_617

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