Pensamentos soltos · Psicologias · Relações humanas

E se vivêssemos no agora?

Depois da App que permitia vislumbrar como seríamos daqui a umas dezenas de anos, chega uma que nos dá um lamiré de como seriámos se mudássemos de género. 
Não é que me assuste ver-me com pele enrugada e cabelo grisalho. O que me assusta mesmo é tomarmos como adquirido que temos mais 20 ou 30 anos pela frente (com um categórico “como serei eu daqui a…) e, com a mesma segurança, darmo-nos ao descaramento de mirar e depois partilhar o produto deste acurado envelhecer.
E, por descaramento, chamem-me careta, mas não percebo o gracejo de me ver transformada em homem. Assim como não percebo porque é que teimamos em deter-nos no antes e adivinhar o depois, ao invés de nos focarmos no agora. 
Se a mentira tem perna curta, cada um vive com a sua verdade. Se vivemos na esfera dos sonhos com a cabeça na almofada? Ou no domínio (desta!) vida com os pés no chão? Houvesse uma App para responder.

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