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Filhos como nós

Nunca quis que os meus filhos que se parecessem comigo. Nunca aspirei a que se parecessem com aquilo que eu sou, ou melhor (ou pior!), com aquilo que eu não sou, por nunca ter chegado a ser. A diferença de género pode ter ajudado a não projetar neles os meus sonhos não concretizados ou intenções… Continue reading Filhos como nós

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Hoje tiveste pesadelos

Hoje tiveste pesadelos. Acordaste antes do dia, encharcado em suor e a esbravejar por amparo. Peguei-te ao colo e, ato contínuo, tombaste a cabeça no meu peito. Segredaste-me (bem baixinho, não fosse o opoente das disputas territoriais despertar) que querias ir para a minha cama. Foste. E depressa sucumbiste ao quebranto. A tua respiração compassada… Continue reading Hoje tiveste pesadelos

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O meu irmão

Ele veste a camisola amarrotada porque tábua, só a rasa, de vivências e de estórias narráveis em jeito de prosa. Tem dias que também a que leva debaixo do braço para se fazer às ondas, que não teme, mas respeita. Ele mostra-lhe que não é o ter medo que nos torna mais fracos, mas desafiá-lo… Continue reading O meu irmão

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Mães à beira de um ataque de nervos

Fazem demandas inusitadas, reivindicações insensatas, birras sísmicas, daquelas com direito a um sem número de réplicas diárias. (E a noite ainda tarda!…) Têm interjeições que fazem lembrar aquelas pastilhas elásticas, em que a estranheza se mistura com o paradoxo e o amargo com o doce. No fim, o doce dá 2 a 0 ao amargo… Continue reading Mães à beira de um ataque de nervos

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Irmãos

Temos o mesmo jeito de falar e, desde cedo, confundir os parentas (parentes nos entas) que ligavam para o telefone com fio era um regalo partido a meias. Não temos telefone com fio, restam-nos as piadas só nossas. Não nos beijamos muito, abraçamo-nos mais e “sacudimo-nos” ainda mais (dizer batemo-nos ou apalpamo-nos parece mal…) Falamos… Continue reading Irmãos

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Mentiras

MENTIRAS Conta-me histórias!… Agora que compilam sujeito, verbo e predicado em melodia já acham que podem t(r)ocá-los à desgarrada. Trocam sujeito aspirando a inocência, verbo em benefício próprio e predicado… a ver se cola! As crianças mentem. Faz parte do desenvolvimento e, até certo ponto, não faz mal nenhum. Se as crianças muito pequenas agregam… Continue reading Mentiras

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Mãe suficientemente boa

Suficiente: que é bastante; que satisfaz. A “mãe suficientemente boa”, conceito psicanalítico, não é a mãe perfeita. A mãe suficientemente boa não é totalmente boa ou totalmente má, é suficiente. A mãe suficientemente boa é aquela que atende às necessidades do bebé, mas também que o frustra, ao mostrar-lhe que ele não terá os seus… Continue reading Mãe suficientemente boa

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Perdoar uma Traição?

TRAIÇÃO Passo a citar: “Acredita que é possível perdoar uma traição, mesmo que pequena?” Confesso que a pergunta me desconcertou. Não sei o que é uma “traição pequena”. Desconheço medidores, escalas ou indicadores. O que faz qualificar (ou antes, quantificar) uma traição como grande ou pequena? Como se deu? O número de vezes? Com quem… Continue reading Perdoar uma Traição?